Vasos quebrados
Sempre observado mesmo estático e perdido
Solitário impossível, quase sempre junto com os amigos.
Depende da imagem que verei no meu espelho
Quebrado, estilhaçado e mesmo assim intacto.
Oportunidades bem vindas, sabedoria para distinguir.
Fardos pesados, influências de um presente passado.
Às vezes meio estático observado e achado.
Relatividade é uma cortina de fumaça, tragada e pressionada como se fosse à paz exata, erro.
Seremos nós mesmos quando nos acharmos
Sem mais vasos quebrados, quando nos acharmos.
Nunca se sabe quando colocamos como meta um tempo
Certo tempo
Em uma busca pessoal, socializo a minha mente sempre presente.
Em um futuro aproximado.
De vez em sempre,
Um passo para trás e doze para frente
Levo na paz os pensamentos e em volta a neblina,
Da mesma nuvem de fumaça
Série 9 meses
Vale da sombra da morte
Nada mais que simples acontecimentos e simples atos que tomam o poder de se tornar caóticos tudo ao seu redor, um ato de fechar os olhos na esperança de que ao abrir estará a salvo não destrói o fato da fulga e mesmo que não queira estará sempre ao lado do vale da sombra da morte.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Vasos Quebrados
Vasos quebrados
Sempre observado mesmo estático e perdido
Solitário impossível, quase sempre junto com os amigos.
Depende da imagem que verei no meu espelho
Quebrado, estilhaçado e mesmo assim intacto.
Oportunidades bem vindas, sabedoria para distinguir.
Fardos pesados, influências de um presente passado.
Às vezes meio estático observado e achado.
Relatividade é uma cortina de fumaça, tragada e pressionada como se fosse à paz exata, erro.
Seremos nós mesmos quando nos acharmos
Sem mais vasos quebrados, quando nos acharmos.
Nunca se sabe quando colocamos como meta um tempo
Certo tempo
Em uma busca pessoal, socializo a minha mente sempre presente.
Em um futuro aproximado.
De vez em sempre,
Um passo para trás e doze para frente
Levo na paz os pensamentos e em volta a neblina,
Da mesma nuvem de fumaça
Série 9 meses
terça-feira, 30 de julho de 2013
Garras de coragem
Garras de piedade
Encravadas no pescoço
Jugular jorrando sangue
Com gosto de paz
Sem dor de mágoas
Satisfação, falsa identidade
Quem nasce para isso
O sistema nos transforma e nos permitimos a isso
Seremos adequados ao sistema
Naturalmente viveremos essa vida
Se nos permitirmos
Essa é a real dificuldade, mudar
Mudaremos os hábitos
E aonde encontrar a mesma satisfação
O mesmo amor
Violência direcionada
Nunca demonstrar falsa compaixão
Goste ou não goste
Seremos claros
A vida de covarde é passado não vivido
Serenidade _ o que buscar
Coragem _ ainda hoje eu tenho
Sabedoria _equilíbrio
Sentimentos cruéis, graças ao convívio
Se não fosse assim
Qual a melhora
Melhore sua vida
Ritmo traçado; sem olhar para trás
Talvez só para lembrar
Lembrar quem fomos
Lembrar quem somos
Cérebro ainda esburacado, danificado
Uso abusivo
Noção de certo errado
Existentes e confusas
Direcionando a mesma violência
Demonstrando a mesma falsa compaixão
Sem ser tão claro
O covarde próximo
Nunca mais
Só por hoje, vivo
Nunca mais,
Só por hoje vivo de verdade
série 9 meses
domingo, 28 de julho de 2013
Nove meses
Nove meses
Um dia após o outro
Da esquerda para a direita
Vejo o presente no futuro
Dopado naturalmente
A situação, nos deixa entorpecido
Tanto por ter que buscar a paz,
A serenidade relaxa
Raiva é um efeito inverso que tenho evitado
Não tem como evitar um sentimento sincero
Os meios de se chegar a ela
Isso sim, vou evitar
Estarei evitando
Volto-me a ela e
Assim que consigo evitar
Serenidade
Já me deixava saudade
Mas por pouco
Ouso-me a desfazer dela
Não por querer
E sim por acontecer
Culpas e ensaios chegam a doer
Dor física e sincera
Armadilha que faço na minha própria vida
Arapuca da minha caminhada
Acordo e olho
Faço do presente o futuro
Erro e medito
Não irá acontecer
Trancado, ainda é fácil
Mas só me fortalece
Cada situação dentro de nove meses.
série 9 meses
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